terça-feira, 23 de agosto de 2011

Orientar e MediarTrabalho Em grupo na sala de aula - Dicas para um Bom Projeto

FASES DE UM PROJETO - Violência - Reflexo da Sociedade - Vamos refletir na Escola
Orientar e Mediar o Trabalho em Grupo
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10 razões para apostar em trabalhos em grupo

Trabalhando em equipe, o estudante aprende a ouvir e a se posicionar. Mas é preciso tomar cuidado para que a atividade não perca o sentido pedagógico.

O que é um trabalho em grupo para você? Se a resposta for "trabalho em grupo é a melhor maneira de alguém trabalhar por você" ou "um jeito terrível de você ter de trabalhar por 10" é hora de rever o seu conceito. Isabella Marie Swan e suas amigas diletas sabem dividir tarefas e trabalhar em equipe para chegar a um bom resultado final. Se a Bella pode, você também. Quer ver?

O trabalho em grupo é uma oportunidade de construir coletivamente o conhecimento. "Por meio dessa prática, o aluno se relaciona de modo diferente com o saber. É um momento de troca, em que a criança ou adolescente se depara com diferentes percepções", explica Stella Galli Mercadante, diretora de ensino fundamental do Colégio Vera Cruz, em São Paulo. Não é de hoje que os educadores valorizam o trabalho em grupo como estratégia importante para o aprendizado. Os estudos sobre desenvolvimento intelectual do psicólogo bielo-russo Lev Vygotsky, no início do século XX, atribuíram um papel preponderante às relações interpessoais no processo de aquisição do conhecimento. "Ao longo do século passado, pensadores como Piaget, Vigotsky e Paulo Freire mostraram que a aprendizagem depende de uma ação de mão dupla. E essa interação não se resolve pela mera passividade", diz Luis Carlos de Menezes, educador da Universidade de São Paulo. Daí a importância do trabalho em grupo.

Trabalhando em equipe, o estudante exercita uma série de habilidades. Ao mesmo tempo em que estuda o conteúdo das disciplinas, ele aprende a escolher, a avaliar e a decidir. "Nesse tipo de tarefa, treina-se a capacidade de ouvir e respeitar opiniões diferentes", explica Stella Galli. A lista ainda inclui saber argumentar e dividir tarefas - competências essenciais para a vida adulta. "Ao crescer, o jovem vai ter de conviver com pessoas diferentes dele", explica Adilson Garcia, diretor do Colégio Vértice, de São Paulo. "O preparo para vida depende de saber se comunicar, ouvir, respeitar interlocutores e isso só se aprende fazendo", completa Luis Carlos de Menezes, educador da Universidade de São Paulo.

Se a prática é aplicada nos anos iniciais da escola, as crianças aprendem a trabalhar coletivamente e a escutar seus pares desde cedo. Assim, desenvolvem sua autonomia. "Trabalhos em grupo aqui no Vértice começam a partir do segundo ano do fundamental I. Eles se estendem até o ensino médio", explica o diretor Adilson Garcia. Para ser proveitoso, esse tipo de tarefa pede estratégias adequadas para cada faixa etária, além de planejamento. "O professor deve saber qual é o objetivo do trabalho e, em função disso, dar orientações e propor o tipo de grupo. Terminada a atividade, deve fazer uma avaliação", afirma Stella Galli, do Vera Cruz. Ela defende que o trabalho em grupo deve acompanhar outros tipos de tarefas, como produções individuais. "Cada atividade tem um objetivo distinto. Os alunos podem redigir em dupla ou em trio, mas têm de trabalhar individualmente também". Segundo a educadora, o trabalho individual é apropriado quando a atividade serve para avaliar o grau de aprendizagem do aluno ou se o professor quer que o aluno faça uma atividade direcionada ao seu grau de aprendizagem específico, já que nesse caso o estudante pode consultar apenas seu próprio repertório. O trabalho em grupo, por sua vez, é mais adequado quando a temática é abrangente, o que exige divisão de tarefas e problematização dos estudantes.
Consultamos pedagogos e diretores para saber quais as vantagens do trabalho em grupo e a que elementos os pais e os próprios estudantes devem prestar atenção para esse tipo de tarefa seja produtiva.

consultores:
-Adilson Garcia, diretor do Colégio Vértice;
-Luis Carlos de Menezes, educador da Universidade de São Paulo;
-Maria Cristina Scavazza, pedagoga e mestre em Psicologia da Educação pela PUC-SP;
-Stella Galli Mercadante, diretora de ensino fundamental do Colégio Vera Cruz.

Orientar e MediarTrabalho dos Alunos - Dicas para um Bom Projeto

Passos de um Projeto

Projeto:Violência - Reflexo da Sociedade - Vamos relfetir na escola. 

ORIENTADOR- Professor - Mediador

Para todas as Disciplinas - Para todos os Trabalhos
“Compete ao orientador sugerir, propor, orientar e avaliar o trabalho para que atenda aos critérios da pesquisa científica e zele pela correção da língua portuguesa, desde a elaboração do projeto até a apresentação e a defesa do trabalho de conclusão de curso na área específica ou afim”.
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Responsabilidades do orientador
a) avaliar a relevância, a originalidade e as condições de execução do tema proposto pelo aluno;
b) acompanhar a elaboração da proposta do projeto, bem como as etapas de seu desenvolvimento;
c) orientar o aluno, quando necessário, na re-elaboração de projeto de pesquisa e sugerir, se for o caso, indicações bibliográficas e as fontes de dados disponíveis em instituições públicas ou particulares ou da produção de dados oriundos de trabalho de campo;
d) atender, individualmente, cada aluno para orientação e avaliação do trabalho de pesquisa com a finalidade de preservar a articulação teórica-prática para a produção de um novo conhecimento;
e) atender semanalmente seus alunos orientados, em horário previamente fixado;
f) ser responsável pela adequação às Normas do Comitê de Ética e Pesquisa, oferecendo subsídio para que o aluno encontre e tenha as normas utiliadas para trabalhos (ABNT);

Assim:

Avaliação não deve ser do trabalho final, o trabalho final é resultado do Trabalho de orientação e mediação realializada pelo Professor/educador/orientador, durante a construção do Trabalho.
A avaliação educacional é uma tarefa didáctica necessária e permanente no trabalho do professor, ela deve acompanhar todos os passos do processo de ensino e aprendizagem. É através dela que vão sendo comparados os resultados obtidos no decorrer do trabalho conjunto do professor e dos alunos, conforme os objectivos propostos, a fim de verificar progressos, dificuldades e orientar o trabalho para as correcções necessárias. A avaliação insere-se não só nas funções didácticas, mas também na própria dinâmica e estrutura do Processo de Ensino e Aprendizagem (PEA).
A avaliação é um elemento muito importante no Processo de Ensino e Aprendizagem, porque é através dela que se consegue fazer uma análise dos conteúdos tratados num dado capítulo ou unidade temática. A avaliação reflecte sobre o nível do trabalho do professor como do aluno, por isso a sua realização não deve apenas culminar com atribuição de notas aos alunos, mas sim deve ser utilizada como um instrumento de colecta de dados sobre o aproveitamento dos alunos. Esta, porém, determina o grau da assimilação dos conceitos e das técnicas/normas; ajudam o professor a melhorar a sua metodologia de trabalho, também ajuda os alunos a desenvolverem a auto confiança na aprendizagem do aluno; determina o grau de assimilação dos conceitos.
A motivação do docente no ensino e a sua adequada formação deve dar o direito de comunicar ou se expressar, representando algo que seja para a criança se comunicar a partir do vocabulário formal a partir de uma linguagem "normalizada" determinada pela sua evolução mental, com capacidades para descobrir, investigar, experimentar, aprender e fazer, aprofundando os seus conhecimentos no domínio da natureza e da sociedade.

Sala do Acessa

A Sala do acessa nos possibilita oferecer um leque de possibilidades aos alunos. Equipadas com Computadores ela deixa de ser um mero laboratório de Informática e se torna uma ferramenta indispensável a todas as disciplinas. Você pode usar o que estiver a mão desde jogos didáticos a redes sociais, o importante é que a escola deixa de ser Lousa e giz.
Existe uma infinidade de Software livres, focado em educação é só fazer uma pesquisa básica com o Google. Esses dois foram passados em capacitação na D.E. de Osasco por nossa PCOP de Informática Sandra Fabretti e não precisa ser instalado, eles rodam diretamente do CD.
Profª Glace
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Atividades na Sala do Acessa 5ª série



GCompris é uma suite de aplicações educacionais que compreende numerosas atividades para crianças de idade entre 2 e 10 anos. Algumas das atividades são de orientação lúdica, mas sempre com um caráter educacional. Abaixo você encontra uma lista de categorias, com algumas das atividades disponíveis em cada uma delas.
-  descoberta do computador: teclado, mouse, diferentes usos do mouse, ...
-  álgebra: memorização de tabelas, enumeração, tabelas de entrada dupla, imagens espelhadas, ...
-  ciências: controle do canal, ciclo da água, o submarino, simulação elétrica, ...
-  geografia: colocar o país no mapa
-  jogos: xadrez, memória, ligue 4, sudoku ...
-  leitura: prática de leitura
-  outros: aprender a identificar as horas, quebra-cabeças com pinturas famosas, desenho vetorial, ...
Atualmente GCompris oferece a assombrosa quantidade de 100 atividades e mais estão sendo desenvolvidas. GCompris é software livre, o que significa que você pode adaptá-lo às suas necessidades, melhorá-lo e, o mais importante, compartilhá-lo com as crianças de toda a parte.
você pode baixar por esse línk:

TuxMath



TuxMath é um jogo educativo para crianças que vai ensinar matemática de uma forma mais criativa e divertida.

O jogo é uma espécie de SpacInvaders, onde os meteoros são acompanhados por operações matemáticas e para destruí-los você terá que resolver os problemas.

O personagem principal do jogo é o famoso Pingüim Tux, que vai destruir todos os meteoros com sua arma de raios laser, ativada pelas soluções matemáticas. 
Podemos baixar por esse línk: Mas você encontra no Superdownload e no Baixaki

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Materiais a Importância dos Documentos PCN

ou
É ou não ético roubar um remédio, cujo preço é inacessível, para salvar alguém que, sem ele, morreria? Colocado de outra forma: deve-se privilegiar o valor “vida” (salvar alguém da morte) ou o valor “propriedade privada” (não roubar)? Seria um erro pensar que, desde sempre, os homens têm as mesmas respostas para questões desse tipo. Com o passar do tempo, as sociedades mudam e também mudam os homens que as compõem. Na Grécia antiga, por exemplo, a existência de escravos era perfeitamente legítima: as pessoas não eram consideradas iguais entre si, e o fato de umas não terem liberdade era considerado normal. Hoje em dia, ainda que nem sempre respeitados, os Direitos Humanos impedem que alguém ouse defender, explicitamente, a escravidão como algo legítimo.
O tema do documento de Ética, portanto, não é novo, mas é novo ter um documento que possibilite abrir discussões sobre este assunto no contexto escolar.
Na primeira parte define-se o tema, descrevendo-o historicamente e referenciando-o aos valores que orientam o exercício da cidadania numa sociedade democrática. Defende-se a importância da escola na formação ética das novas gerações, na perspectiva da transversalidade, situando-a no contexto das diversas influências que a sociedade exerce sobre o desenvolvimento das crianças. Após essas reflexões de cunho geral, são feitas considerações de ordem psicológica, procurando apontar o papel da afetividade e da racionalidade no desenvolvimento moral da criança e analisar o processo de socialização do aluno e as diversas fases de seu desenvolvimento.
Finalizando a primeira parte, destinada a todo o ensino fundamental, são apresentados os objetivos gerais da proposta de formação ética dos alunos.
A segunda parte do documento, voltada para as quatro primeiras séries desse nível de ensino, trata de conteúdos relacionados a respeito mútuo, justiça, solidariedade e diálogo, discute a característica complexa da avaliação e apresenta orientações didáticas gerais.


sexta-feira, 5 de agosto de 2011

6º PRÊMIO MICROSOFT EDUCADORES INOVADORES

Foram 1402 projetos inscritos 21 finalistas 3 por categoria.
Resultado 3º Lugar
Feliz pelo reconhecimento.





Aprendi que vencer é muito mais que ser 1º colocado, vencer é estar entre os melhores, vencer é pertencer a uma casta de pessoas que não desiste, mesmo quando se esta sozinho, vencer é chegar em patamares que parece ser impossível para os pequenos, ninguém é pequeno, nada é impossível, ser 3º lugar em um grupo como esse, é ser vencedor. o que é ganhar? No meu caso ganhar, foi conhecer uma nova dimensão de saberes, foi aprender e estar ao lado de pessoas que são inovadores, que não desistem, que batalham e criam novas atitudes, Mestres, doutores, Educadores que estão acostumados com a vitória, que conhecem o mundo com seus feitos. Eu digo sempre Conhecimento é a nossa melhor arma, mas para termos o conhecimento temos que procura-lo e nos apropriarmos dele. Haviam professores da rede estadual de outros estados, professores de municípios, inclusive de São Paulo. Estar em meio a tantas pessoas garbosas, inteligentes e muito simples. Sou Campeã, professora do Estado de São Paulo, Categoria "L" temporária, que pode ficar ai 2 anos sem trabalho, mostrando que não é um concurso que faz o profissional ou uma prova no final do ano para professores, pois a Secretaria do Estado de Educação não conhece seus funcionários e aplicam provas que na realidade não garante e nunca ira garantir qualidade. Avaliar ainda não é e parece que a própria Secretária não aprendeu a lição. Acredito que aqueles que estejam lá e pedem as bibliografias dos concursos deveriam ler a bibliografia que pedem nessas provas. Quem sabe aprenderiam a avaliar melhor não só o ensino, mas suas vidas e carreiras.

Apresentação do projeto em Power Point: